Nosso jeito de trabalhar
Critérios: como escolhemos o que recomendar
A Negociação Comercial BR não vende curso fechado. Não recebe comissão de fornecedor. A escolha segue critério explícito, aplicado caso a caso.
Depois da triagem, a pergunta é simples: “qual critério usar primeiro?”. Não existe resposta única. Existe um conjunto de critérios aplicados para chegar numa recomendação adequada ao seu serviço, ao tamanho da equipe e ao volume de atendimento.
Por que não recomendamos sempre o mesmo critério
A negociação de convênio de um laboratório de exames não tem a mesma exigência da negociação de um hospital de médio porte. Recomendar o mesmo critério para todos é mais fácil para quem vende treinamento. Mas sobra formalidade de um lado e falta o essencial do outro. Partimos da negociação mapeada na triagem.
Critério 1 — fácil de aplicar por quem atende
Quem decide o critério raramente é quem aplica ele na recepção ou no balcão. Priorizamos roteiros que a equipe aprende em poucos dias. Passos diretos. Nada de treinamento longo para responder um pedido de desconto.
Critério 2 — integração com o que a clínica já usa
Raramente a clínica parte do zero. Já existe um sistema de agendamento, uma planilha de convênio, um histórico de fornecedor cadastrado. Priorizamos critérios que conversam com o que já está em uso — sem pedir que a equipe digite a mesma informação duas vezes, em dois lugares diferentes.
Critério 3 — custo compatível com o porte da clínica
Um método pensado para uma rede de hospitais, com equipe jurídica própria e orçamento dedicado, custa mais — em tempo e em dinheiro — do que uma clínica de médio porte consegue sustentar. Evitamos recomendar critérios robustos demais para o porte atual da sua operação.
Critério 4 — o critério fica com a equipe
A equipe precisa aplicar o critério sem depender de uma única pessoa presente na sala. Isso significa checar, antes de recomendar, se o critério vira rotina escrita. Em tabela. Em roteiro. Não só na cabeça de quem negocia há mais tempo. Critério bom não deixa a clínica refém de quem o aplicou uma vez.
Quando faz sentido um critério sob medida
Na maioria dos casos, adaptar um critério já validado resolve. É mais rápido de aplicar. Mais barato de manter. Mais fácil de repassar para quem chega novo na equipe. Um critério sob medida só entra quando a negociação tem uma particularidade real que nenhum critério pronto cobre bem — e mesmo assim, como último recurso.