Nosso jeito de trabalhar
Triagem de negociação: o que avaliamos primeiro
Antes de falar em roteiro ou treino, a Negociação Comercial BR observa como a sua clínica negocia hoje. Com convênio. Com fornecedor. Com paciente.
Esta página explica a lógica da triagem. O que entra. Como coletamos a informação. Como definimos prioridade. O que você recebe no final.
O que entra na triagem
Olhamos para três frentes que concentram a maior perda em clínica e laboratório: negociação de tabela com convênio, compra de insumo e material, e desconto oferecido ao paciente. As três se conectam. Um insumo comprado caro pressiona o preço cobrado do paciente.
O escopo muda conforme o serviço. Um laboratório pequeno pode não negociar direto com fornecedor de equipamento, mas negocia tabela de convênio todo mês. A triagem se adapta ao que existe na sua operação.
Como reunimos os dados
Conversamos com quem negocia no dia a dia. Não só com a direção. A recepção vê uma parte da negociação com o paciente. O setor de compras vê outra parte, com o fornecedor. As duas versões importam — e raramente coincidem por completo. O que acontece de verdade costuma ficar entre as duas.
Também revisamos o que já existe: contrato de convênio vigente, histórico de reajuste, cotação de fornecedor e qualquer critério informal já usado para desconto. Isso mostra padrão que uma conversa sozinha não mostra.
Como definimos prioridade
Nem toda negociação travada entra primeiro. Olhamos para quatro critérios: quanto aquele ponto custa em receita perdida, a frequência do problema, a facilidade real de ajustar com a equipe atual, e o risco de a negociação depender de uma única pessoa.
Um problema caro, frequente e fácil de ajustar entra antes de um problema grave, mas raro. Também entra antes de um problema simples, porém pouco relevante para o caixa. Essa ordem vira o plano de prioridades da sua clínica.
O que você recebe
No final, você recebe um relatório com três partes: um mapa de como a negociação acontece hoje, a lista de pontos de perda com prioridade, e uma indicação de por onde começar. Sem apontar um critério fechado ainda. Isso é tratado à parte, com os detalhes explicados em Critérios.
O que a triagem não é
A triagem não é auditoria fiscal. Não substitui o trabalho do seu contador. Também não é parecer jurídico sobre contrato com convênio. E não obriga a clínica a contratar o acompanhamento guiado depois. O relatório é seu.
Depois da triagem
Algumas clínicas usam o relatório internamente, com a própria equipe administrativa. Outras seguem para o acompanhamento guiado com a Negociação Comercial BR, ponto por ponto, na ordem definida. As duas opções são válidas.